quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A VIDA É UM ECO...

PORQUE EMITE TUDO AQUILO QUE RECEBE...

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Tenham um bom dia!

 O Gato apenas sorriu quando viu Alice. 
Ele parecia bem natural, pensou ela, e tinha garras muito longas e muitos dentes grandes, assim ela sentiu que deveria tratá-lo com respeito.
     “Gatinho de Cheshire”, começou, bem timidamente, pois não tinha certeza se ele gostaria de ser chamado assim: entretando ele apenas sorriu um pouco mais. 
“Acho que ele gostou”, pensou Alice, e continuou. “O senhor poderia dizer me, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?”
     “Isso depende muito de para onde você quer ir”, respondeu o Gato.
     “Não me importo muito para onde...”, retrucou Alice.
     “Então não importa o caminho que você escolha”, disse o Gato.
Alice no País das Maravilhas
Lewis Carroll

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Sejam Felizes!

"Se pudéssemos ter consciência do quanto a nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de deitar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes!"

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Um olhar sobre Sesimbra ...




LENDA DE SESIMBRA

Como sempre, quando a história não responde às origens de um povoado, a lenda vem em seu auxílio, suprindo essa falha. Tal é, também, o caso da antiquíssima Sesimbra, cuja origem do nome é perpetuada por uma velha tradição passada de geração em geração.
Diz-se que, nessa época, já aquela região era terra de pescadores, se bem que o castelo ainda não existisse e a população habitasse o lado do monte onde mais tarde se construiria a fortaleza.
Era senhor daquelas terras um homem tirânico que de todos exigia vassalagem. Era ele quem concedia as autorizações de pesca, sem as quais nenhum homem poderia partir para o mar, nem sequer para pescar o sustento da sua mesa. Além disso, cobrava tributos sobre o pescado, sobres os barcos e sobre tudo quanto entendesse. Alguns dos tributos eram desumanos e foi isso que o perdeu.
Um desses tributos, velho hábito ancestral, obrigava todas as donzelas que iam casar a serem possuídas pelo tirano na véspera do matrimónio.
Homens e mulheres sofriam por este gesto que o costume e o medo haviam quase legitimado, mas ninguém ousava rebelar-se contra o tirânico senhor.
Certo dia, porém, Zimbra e Maria decidiram casar-se. Zimbra era pescador, como todos os outros, e era jovem e ousado. Maria era mulher, filha da mesma terra, vítima silenciosa que seria do mesmo costume opressor.
Como sempre acontecia nestes casos, desceu-lhes ao pensamento a obrigação de vida ao senhor da terra. Maria dispôs-se a aceitar fatalmente, o tributo da sua virgindade. Zimbra, contudo, não estava disposto a aceitar mudo e quedo aquela exigência que nada fundamentava ou legitimava. E, assim, dispôs-se ele a desafiar o estabelecido e aceite no mais íntimo dos seus conterrâneos.
Todos, e também Maria, o aconselharam a não lutar contra os desejos do velho tirano. Zimbra não deu ouvidos a ninguém, decidido como estava a que não acontecesse a Maria o mesmo que às outras raparigas. E até ao fim ignorou os castigos que podiam esperá-lo naquela aventura.
Inicialmente só na sua determinação, conforme se foi aproximando o casamento, Zimbra foi sendo rodeado e apoiado pelos outros jovens pescadores da aldeia. Tiveram discussões quase intermináveis sobre o que lhes aconteceria quando o tirano viesse a sentir-se desautorizado. Mas Zimbra cansou-se daquela conversa vazia, só cheia de medos, e pôs cobro às discussões apresentando o seu plano: desceriam até à borda do mar e aí se estabeleceriam num povoado autónomo e livre de toda a tirania.
Isto pareceu tão simples e razoável a todos os pescadores rebeldes que dissiparam os medos e se entregaram inteiros à coragem de Zimbra. Tal era a confiança que depositavam no pescador que mal aprovaram o plano de liberdade, como que perdessem a vontade própria. E cada vez que se falava no propósito diziam:
― Se Zimbra quiser...
Zimbra quis porque não o visitou o medo. No dia do seu casamento recebeu Maria e partiu monte abaixo até à praia. Com eles desceu um grupo de casais e a expectativa.
Chegados ao sopé, delimitaram, segundo velhos rituais, os limites da nova aldeia, sacrificando no centro um animal, como lhes haviam ensinado os seu avós, que tinham recebido o ensinamento de outros antepassados. Em seguida, ergueram os pilares das suas novas casas, pobres choupanas de madeira cobertas de ramos de árvores. Tudo isto fizeram manifestando uma alegria toda natural e no final reuniam-se dançando velhas danças que evocavam pescas maravilhosas e esquecidas.
Quando soube disto, o tirano teve uma fúria imparável. Juntou quanta gente pôde e, sequioso de vingança, jurou não parar enquanto não desfizesse todas as esperanças de Zimbra e dos rebeldes.
Mas Zimbra e os habitantes do novo povoado sabiam o que os esperava. A pé firme, como quem espera o embate bruto do mar, esperaram a hoste do senhor. Estavam dispostos a tudo por Zimbra que lhes dera a sua coragem:
- Se Zimbra quiser...
E Zimbra quis, mais uma vez. Quando aquela bruta onda de gente embateu nos seus corpos, resistiram serenos porque tinham o conhecimento íntimo de que a fúria dura um momento. Calmos, desfecharam os seus golpes no inimigo que sobre eles se abatia e num gesto de sabedoria mataram o tirano e todos os seus homens.
Ficaram livres do julgo secular e injustificável dos tiranos da terra.
Agora era possível fazer do seu povoado uma terra de verdadeiros pescadores:
- Se Zimbra quiser...
E Zimbra, pela terceira e última vez, quis. De tal modo o quis que, muito tempo depois, quando Afonso Henriques conquistou o velho castelo fronteiro ao mar, era Sesimbra que lhe chamavam.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pelos trilhos do Cabo Espichel




O Cabo Espichel é um dos lugares mais impressionantes da Costa Azul graças à paisagem que o rodeia.

domingo, 18 de setembro de 2011

EQUUS ASINUS

Os burros são animais gentis, simpáticos e inteligentes, no entanto a característica de serem teimosos deita por terra todas as outras. Vejam as expressões populares sobre esta temática:


Prender o burro - Amuar

Trabalhar como um burro - Trabalhar muito.

Vozes de burro não chegam ao céu - Não se faz caso do que foi dito.

Burro de carga - O que faz o seu trabalho e o dos outros

terça-feira, 13 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SALIR DO TEMPO




Salir do Tempo – Festival de Artes Medievais, é um evento que desde 2009 anima esta vila do interior de Loulé, este ano, realiza-se entre 9 e 11 de setembro, ganhando uma nova dinâmica, com enfoque nas artes do período da Idade Média.

A vila de Salir recua a meados do século XIII e transforma-se num palco no qual o regresso ao passado será vivenciado pelos visitantes, através da projeção de elementos vivos de uma época longínqua.

“Ponto estratégico durante o período da Reconquista, aquando da transição do domínio muçulmano para o cristão deu origem às mais variadas demonstrações de força, Salir viveu também momentos intercalados pelas permanentes tentativas de normalização do quotidiano, em que as artes tinham um papel importante na sociedade de então”, refere a autarquia de Loulé, que promove o evento.

Transformado num festival de artes, cuja Reconquista nos transporta aos séculos mais importantes da nossa história, Salir do Tempo marca um período em que as leis da Cristandade, os valentes cavaleiros, a música medieval, os monges copistas e os alquimistas se misturavam em vários mundos díspares aqui recriados neste cenário rural.Assim, entre cristãos e muçulmanos, nestes Festival de Artes coabitam músicos, atores e artistas. O programa de animação do Salir do Tempo integra performances musicais e teatrais que visam a contextualização histórica e a criação de um ambiente alegre. A música, a dança, a poesia, os cuspidores de fogo e a representação de diversos personagens vão proporcionar momentos de interação lúdica com os espetadores.

A recriação do mercado medieval, baseado em produtos dessa época, onde vários mercadores presentes com as suas bancas de produtos tradicionais como o mel, cortiça, cestaria ou frutos secos, e os artesãos com os seus ofícios, também faz parte deste cenário.

Do outro lado, é a cultura muçulmana em destaque, com as dançarinas do ventre, as bancas de bijuteria e acessórios, as djellabas, os cabedais, os espelhos, os cachimbos de água, as pratas, os candeeiros, as especiarias, a tenda de chá, a tatuadora de henna e a tenda de camelos.

A gastronomia tem também um papel importante nesta recriação histórica. A base da alimentação do século XIII é apresentada aos visitantes de forma genuína, e os alimentos servidos em tábuas de madeira e as bebidas em copos de barro, de acordo com a «etiqueta» da época. Para encarnar as personagens e entrar no espírito da festa, a organização propõe a quem visite o Salir do Tempo o aluguer de trajes da época: miúdos e graúdos terão assim à sua disposição fatos de nobres, gente do povo, representantes da Igreja ou das forças militares de então


ACORDO ORTOGRÁFICO, o que precisa de saber.







quarta-feira, 24 de agosto de 2011